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FOCUSSOCIAL

“NÓS | Entre iguais”

Dia 26 de fevereiro “HUMAN”, na Casa das Artes

“O que faz de nós humanos? Sê-lo-emos porque amamos, porque nos zangamos e lutamos? Porque rimos? Choramos? Pela nossa curiosidade? Pela eterna busca pela descoberta? Na busca de respostas para estas questões, o realizador e artista Yann Arthus-Bertrand passou três anos a recolher histórias de vida, junto de mulheres e homens (2 mil) de 60 países”.

“HUMAN”, de Yann Arthus-Bertrand, mostra testemunhos e imagens aéreas exclusivas. Este documentário de grande introspeção, remete-nos para uma questão sempre pertinente: “quem somos nós hoje em dia?” Não só como comunidade, mas como indivíduos. Guerras, descriminações e desigualdades diversas, fazem parte da mesma realidade que contempla ações e discursos de solidariedade. Uma reflexão sobre o futuro que queremos para nós, seres humanos e para o planeta. O filme está agendado para o dia 26 de fevereiro de 2016, às 18.30 horas, na Casa das Artes, no Porto, e após a exibição, seguir-se-á um debate sobre a crise humanitária e dos refugiados. O painel de convidados conta, entre outros, com o Alto Comissário para as Migrações, Pedro Calado; o médico Gustavo Carona, dos Médicos sem Fronteiras e, ainda, com Joana Morais e Castro, da Plataforma de Apoio aos Refugiados.

Projeto de voluntariado na cidade do Porto

O projeto “NÓS | Entre iguais”, da iniciativa da Universidade Lusófona do Porto, arrancou no passado mês de novembro e quer dar aos alunos, docentes e a todos os colaboradores daquela instituição e não só, a possibilidade de ajudar aqueles que mais necessitam.

A Universidade Lusófona do Porto assume-se como um local de partilha e de difusão de ideias. Mas não é só. “A comunidade Lusófona é, também, difusora de ajuda e de apoio, nomeadamente através deste projeto, desenvolvido por estudantes da licenciatura e mestrado de psicologia daquele estabelecimento universitário”, diz fonte da organização.

“Com as crianças, apoio escolar será prestado. Com os idosos o dia-a-dia será acompanhado. Com os animais, não haverá brincadeiras iguais. Também os refugiados, os sem-abrigo, o ambiente e todos aqueles que necessitem por força do tempo e da vida, serão ajudados por estes voluntários que tentarão, perante as suas possibilidades, ser o mais úteis possível”, revela a mesma fonte.

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