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FOCUSSOCIAL

Blogar por aí…

“Neste Sociedade Civil queremos avaliar o papel da mulher na sociedade contemporânea. Sabemos que são muito mais qualificadas que noutros tempos, já que representam 60,3% dos portugueses com ensino superior. Têm alguma expressão em administração de empresas e dão provas na área da investigação. São profissionais e muitas delas assumem um papel preponderante no núcleo familiar, onde tomam conta dos idosos e dos filhos. Segundo algumas vozes da Igreja Católica, a mulher ainda deve ter como função primordial a educação dos filhos. Esta é uma visão retrógada ou realista, porque protege o núcleo familiar e contribui para o aumento da natalidade? Este modelo vigora nos EUA, mas a lei concede à mulher 50% dos bens do casal, mesmo que não trabalhe. Em Portugal, o que protege as “donas de casa” em caso de divórcio?”

http://sociedade-civil.blogspot.com



“Em Portugal existem mais de 80 mil surdos, tantos como a população de um pequeno país. Com este número em mente, a YoungAD, agência criativa do Grupo YoungNetwork, criou uma campanha publicitária para a Federação Portuguesa das Associações de Surdos (FPAS) que pretende alertar a população portuguesa para a necessidade de existir uma aprendizagem efectiva da Língua Gestual Portuguesa, potenciando a emancipação dos direitos da pessoa surda em sociedade.”

http://magazineconsigo.blogspot.com



“Hoje é o Dia Mundial da Mulher. Não devia ser necessário um dia especial para recordar que a vida - nomeadamente o amor e a amizade - é melhor se as duas partes da humanidade tiverem os mesmos direitos e se tratarem de igual para igual. A igualdade, para não falar no respeito mútuo, é um caminho muito melhor que a desigualdade quando se pretende chegar à felicidade.
Curiosamente, não são apenas alguns homens que precisam de ser recordados desse facto: algumas mulheres também o esquecem com facilidade.”

http://cadernosociologia.blogspot.com/



“Sou um adepto incondicional do Público de domingo. Há muito que acredito que o caminho é aquele, como jornalista e leitor. Não o perco por nada deste mundo e dei comigo, em Paris, há dias, a correr quiosques de Imprensa internacional a ver se o encontrava…?Serve isto para dizer que, há dias, ao ler o editorial de Barbára Reis relativo ao «novo» Público que surgiu esta segunda-feira nas bancas, senti-me aconchegado e esperançado. Aconchegado pelo facto da directora do jornal traduzir, em poucos parágrafos, a sensação de conforto que preciso como leitor: jornalismo exigente, profundo, sem ditaduras de espaço, vem aí com mais força e dinâmica.”

http://adevidacomedia.wordpress.com



“Recebi um exemplar do “Desafios – direitos das mulheres na Guiné-Bissau” um dia depois do livro ter sido lançado na Casa dos Direitos, em Bissau. Estou agora a folheá-lo. É ocre como a Guiné-Bissau. Está bonito. É como se as 18 histórias estivessem embrulhadas num “pano-pente” – aquele pano que se usa para segurar os bebés nas costas. Histórias escritas por mim, texto final escrito por Nelson Constantino Lopes, mas com a colaboração de muita gente. Daqui segue o meu agradecimento por todos os ensinamentos, em particular à Fátima Proença, da Associação para a Cooperação Entre os Povos. Acpereira”

http://meninosdeninguem.wordpress.com


Estatísticas no Feminino: Ser Mulher em Portugal
“As mulheres são mais e têm maior longevidade. Casam e são mães (de menos filhos) cada vez mais?tarde. Continuam a ser elas a assegurar a maioria das licenças de acompanhamento parental. O risco de pobreza é superior para elas, bem como a taxa de privação material. As mulheres presas são cada?vez menos e as mulheres vítimas (de crimes contra as pessoas) são cada vez mais. As doenças do?aparelho circulatório são a sua principal causa de morte. Estão em maioria no ensino secundário e superior. Têm vindo a aderir às novas tecnologias. Integram o mercado de trabalho, mas têm taxas de desemprego mais elevadas. Continuam a ser as principais agentes na prestação de cuidados.?As mulheres são a maioria da população residente, vivem mais tempo, casam e têm (menos) filhos cada vez mais tarde. Numa década, o número de mulheres em idades mais jovens diminuiu, e aumentou o número de mulheres que vivem sós. Estes são os principais factos do retrato demográfico feminino nos últimos dez anos (...)”.

http://flashrede.blogspot.com


Nota :As citações retiradas dos blogs respeitam a grafia usada pelos seus autores

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